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Adoro cinema… O escurinho bem descrito pela Rita Lee… O clima, a pipoca… e quase todo tipo de filme. Mas quando a gente fala de cinema-arte… Há nomes que não podem faltar! Um deles é François Truffaut, mestre francês, praticamente pai da Nouvelle Vague, que fez do Noir aquele cinema que mesmo que fosse sem pé nem cabeça, nos tirava o fôlego e, até hoje, nos mantém colados na telona, querendo entender exatamente o que é que tem ali escondido, entre a fotografia nota dez e o roteiro que nos intriga… Algo que Truffaut definia como obra autoral, pra ser mesmo descoberta, pelo espectador e, no caso do cinema, fruto do trabalho de um diretor instigante e apaixonado. #amocinemafrances

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Truffaut: apaixonado pelo cinema e pelas belas mulheres

Por essas e outras, os 30 anos da morte do cineasta, foi comemorado ano passado na França com a Mostra “Truffat: Um cineasta apaixonado”, que foi visitada por mais de 80 mil pessoas, e finalmente chegou este mês a São Paulo, com adaptações de espaços e cenografia pela equipe do Museu da Imagem e do Som de São Paulo. A Mostra traz cerca de 600 objetos que contam um pouco da trajetória de vida do famoso diretor de “Uma mulher para dois” (Jules Et Jim), “A História de Adèle H.”, “A Noite Americana” (pelo qual ganhou o Oscar de direção em 1973), entre outros memoráveis. Se você conhece a obra de Truffaut, vai adorar. E se não conhece vai passar a saber tudo sobre sua vida e carreira, como ator, roteirista, diretor, produtor, crítico de cinema e como o visionário que amava a figura feminina.

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Cena de Jules Et Jim, “Uma Mulher Para Dois” (1962)

Pertencente à mesma escola autoral de outros grandes como Jean Luc-Godard, Alain Resnais, Éric Rohmer, Claude Chabrol e Jacques Rivette, Truffaut fez Hollywood se dobrar ao seu talento. E apesar de não fazer concessões às grandes produções americanas, ele não escondia o respeito por outros mestres como Alfred Hitchcock, que entrevistou em longas conversas em 1965, também registradas na Mostra para deixar os cinéfilos de boca aberta.

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Entrevistando Hitchcock na Universal Studios (1965)

A exposição tem fotos fantásticas, roteiros com anotações, trechos de filmes e objetos pessoais do cineasta. As peças foram doadas à Cinemateca Francesa pela família de Truffaut. Uma verdadeira viagem pelo universo da Nouvelle Vage e um mergulho na importância do diretor nesse cenário. Se você conheceu o trabalho dele vai se maravilhar com os detalhes de backstage e se não conhece, vai com certeza correr depois para assistir as dezenas de filmes que o marcaram para o mundo.#temqver

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Objetos pessoais do cineasta na Exposição

“Truffaut: Um cineasta apaixonado”no MIS-SP
14 de julho a 18 de outubro
Horário de terça-feira a sábado: das 12 às 21hs. Domingos e feriados, das 11h às 20h
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
Ingressos: R$ 10 (com meia-entrada); na bilheteria do MIS (Às terças-feiras, a entrada é gratuita!)
Ingressos antecipados: R$ 16 (com meia entrada)
Vendas pelo site www.ingressorapido.com.br

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