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A gente fala aqui de beleza, de bem estar, de se cuidar bem e descobrir o que há de mais lindo em nós e ir a luta, né? Pois Madeline Stuart, a jovem modelo australiana, é um exemplo comovente disso tudo, com um plus: ela era obesa e tem Síndrome de Down, portanto passou duas vezes na fila da exclusão e deu a volta, bonita, por cima do salto e direto para as passarelas.

Depois de um ano de muito sacrifício: dietas, ginástica pesada, prática de esportes e tudo o que tinha direito, Madeline, aos 17 anos deixou os traumas e 20 quilos para trás. Se olhou no espelho e se achou bonita e resolveu gritar ao mundo o seu feito para ficar em forma. Fiquei super emocionada ao ler a história dela, assistir o vídeo e virei inclusive fã dela no Facebook. #deixandoagordurapratras

Madeline Stuart

Sim, ela está na rede social e ela própria criou sua página, primeiro virou notícia na Austrália e em menos de um ano criou fama internacional. A Síndrome de Down que era a princípio o grande drama de sua vida, não a impediu de ir à luta no seu desejo de virar top model. Ela fez, aconteceu e foi procurada por duas grifes de moda para desfilar e fotografar. Gostou tanto e fez tanto sucesso que foi convidada para desfilar na New York Fashion Week que acontece agora, na segunda semana de setembro! Que garota de fibra. Que beleza única, além da beleza estética tida como padrão! Ela quebrou tabus e está colhendo a recompensa. #inclusaojah

Beleza é bem por aí, viu, minha gente? Encontrar seu brilho próprio e intransferível. Mas o que mais me emociona é ver como ela construiu o seu caminho de auto-inclusão e agora passa a ser um exemplo para tantos portadores da Síndrome de Down no mundo todo. Parabéns à ela e também aos organizadores da Semana Fashion de Nova York que comprou a idéia. Espero que também eles sirvam de exemplo para o mundo que incluir é incentivar todo o tipo de pessoa marginalizada, estigmatizada por simplesmente ser: “diferente”. Levanto mesmo a bandeira do “incluir já” porque no Brasil vejo isso caminhando muito timidamente. #tomaraquemude #olhaoexemploaihgente

MADELINE 13

Fora das passarelas Maddy (é como a chamam) leva uma vida como de toda garota da sua idade, curte sair com os amigos para passear e, nas horas vagas, fica mexendo no tablete e nas redes sociais.  Em seu perfil no facebook fez questão de ressaltar: “Eu sou uma modelo e espero que meu trabalho ajude a mudar a forma como a sociedade vê as pessoas portadoras de deficiências. A visibilidade cria consciência, aceitação e inclusão”! Aiaiai, tem como não clicar: curtir?

MADELINE 7

Ah! E o mais legal… A mãe a apóia e acompanha em tudo, claro. No desfile da NY Fashion Week ela vai representar o apoio dos organizadores à Fundação Christopher Reeve (o eterno Superman do cinema, lembram? Que também virou cadeirante e morreu do coração em 2004), especializada no apoio a pessoas que sofreram lesões graves na coluna ou que possuem algum problema neurológico. Mas vejam só… Ela e a mãe já decidiram para o futuro vão “selecionar” as grifes que Madeline vai representar em desfiles. Querem continuar trabalhando com pequenas empresas, com instituições de caridade ou start-ups, para que possam continuar a ajudar as pessoas. “Nós realmente acreditamos na inclusão, e esperamos que aqueles que escolhemos compactuem com nossos ideais”- diz Rosanne, mãe da modelo.

MADELINE 4

Estou fascinada com isso tudo. E feliz de vez que o mundo será obrigado a enxergar beleza onde antes sequer as pessoas paravam para olhar e reparar. #amoadiversidade #naoaaexclusao #arealbelezavemdedentro

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